Poesias e ilustrações: Todos os direitos reservados. Página no Youtube http://www.youtube.com/user/luziamaga
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Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.
A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
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sábado, 20 de abril de 2013
domingo, 10 de março de 2013
Poema Assintomático
Pelo prazer do diálogo poético com Odir Milanez e Rubênio Marcelo
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=508753189170840&set=a.433845416661618.98393.100001084916575&type=1&theater
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Um Alguém entre essas Rosas
Interação poética com o poema "Rosas para Alguém", do poeta paraibano Odir Milanez, disponível em
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Just in Time
Na ciranda ao tema do poema "não há vagas"
De Edimo Ginot e Eliane Guaraldo
Disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=31875
domingo, 28 de outubro de 2012
Peças do Coração
Na ciranda com o poema "Coisas do Coração", do poeta paraibano Odir MIlanez da Cunha, disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=26686
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Revisada e Ampliada
Cirandando na sátira poética de Herculano Alencar (Uma Sátira ao Livro da Vida) Disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=32497
Aderindo às crespas e cacheadas, a segunda estrofe, segundo e quarto versos, mudei, respectivamente para "A minha cabeleira aumentando", "A ponto de não ter mais pr'aumentar".
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Olhares (Luzia e Odir Milanez)
Luzia e Odir
Se meus olhos querem mais
Quando olham para os teus
Perdão, pois sou incapaz
d'esconder o sonho meu.
(LC)
Meus olhos querem somente,
dando vasa a meu desejo,
juntar os olhos da gente,
no tanto que alcance um beijo!
(OM)
Mas à luz de teu olhar
Sinto meu corpo tremer,
meu coração disparar...
(LC)
Mas teus olhos vem e vão
e não há como prever
se algum dia ficarão.
(LC)
Ficarão até te ver
morando em meu coração!
(OM)
sábado, 3 de dezembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Parte Exposta
Parte
Exposta
Uma
parte de mim levanta voo
Para
a outra parte entrar no chão.
Ser
alado, um canto entoo
Mas rastejante,
eu sigo em vão.
Uma
parte de mim arde em brasa
Enquanto
a outra parte é só geleira.
Sou
o fogo que queima e extravasa.
Sou
água, condenso, ergo barreira.
Uma
parte de mim sofre e se esconde
Para
a outra parte reflorescer.
Raiz...
Semente... Depura e ascende.
Numa
parte, a outra se completa,
Ao mesmo
tempo, deixa de ser
Vazia...
Plena... Plácida... Inquieta.
Luzia
M. Cardoso
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
TEMPO
Tempo
Cheguei em casa, anoitecia...
Meu relógio marcava solidão.
Pisando pesados passos,
descompassava o coração.
E as batidas das horas sofridas,
lamentos agudos de meu ser,
revelavam pensamentos sombrios,
no breu dos cantos de meu querer.
Sou impaciente, confesso,
mas, como ficar sem ter você?
Essas horas não passam...
São minutos, milésimos de segundos
eternos...
E os ponteiros me levam
ao inferno.
Luzia M. Cardoso
RJ, 16 de Junho de 2010
Interação com Damião Cavalcanti "A tua Impaciência e Odir Milanez "A Minha Impacinência" no site Poesia Pura"
sábado, 10 de setembro de 2011
Epicentro
Em tua cama, no teu quarto adentro
Sou teu incenso, nesse amor insano.
Sou tua chama, a vela do centro,
a que concentra o sacro e o profano.
Eu sou também a lua, quando encontro
no teu sorriso os raios que emano.
Sou tua chama, a vela do centro,
a que concentra o sacro e o profano.
Sou teu tempero, pimenta e coentro;
queijo e vinho no frio da Serra.
Aqui na Terra, sou teu epicentro,
teu equilíbrio quando a noite encerra.
Em tua cama, no teu quarto adentro.
Sou teu incenso, nesse amor insano.
Sou tua chama, a vela do centro,
a que concentra o sacro e o profano.
Eu sou também a lua, quando encontro
no teu sorriso os raios que emano.
Sou tua chama, a vela do centro,
a que concentra o sacro e o profano.
Sou teu tempero, pimenta e coentro;
queijo e vinho no frio da Serra.
Aqui na Terra, sou teu epicentro,
teu equilíbrio quando a noite encerra.
Em tua cama, no teu quarto adentro.
Luzia M. Cardoso
30 de Junho de 2010
30 de Junho de 2010
domingo, 21 de agosto de 2011
Olhos do Poeta (Luzia M. Cardoso) / Os Meus Olhos de Adeus (Odir Milanez)
OLHOS DO POETA
Luzia M. Cardoso
Os olhos do
poeta são faróis
que iluminam
todo o caminho.
De longe, veem
os pássaros em seu ninho
e as linhas
dos pequenos caracóis.
Nas nuvens...
"Vejam! Fofos cachecóis!"
Esses olhos
que olham para sentir
a cor do raio
que além vai cair;
a folha ao
vento que te acaricia;
a alvorada
que grita "Bom dia!"...
Ah, esses
olhos do poeta Odir...
Minha homenagem carinhosa ao Poeta Odir Milanez da Cunha
Luzia M. Cardoso
############
OS MEUS OLHOS DE ADEUS
Odir Milanez
Temente de qualquer cumplicidade
em verso cometendo despedidas,
as minhas mãos restaram recolhidas
em sinal de carência de vontade!
Porém meus olhos deram liberdade
às minhas mãos, das intenções pedidas.
E lhes notando de missões cumpridas,
assentiram acenos de amizade.
Houve o adeus. Após, as mãos unidas,
aos olhos meus, demais agradecidas,
negaram d'outras mãos afinidade.
Mas dos meus olhos lágrimas sentidas,
depois da deserção de duas vidas,
lagrimejaram prantos de saudade!
JPessoa/PB
23.08.2011
oklima
terça-feira, 19 de abril de 2011
Versos Tristes
I
É a hora da partida
O apito já tocou
Eu choro co'a despedida
E o meu coração sangrou.
II
Lágrimas rolam na face
Olhos voltam-se pro chão
Eu queria que ficasse
Vivendo a nossa paixão.
III
O campo ficou tão cinza
O sol desapareceu
O mar secou de tristeza
Quando a lua te perdeu.
IV
E os pássaros lamentam
tanta devastação
Nem cantar mais eles tentam
Vendo a minha solidão.
É a hora da partida
O apito já tocou
Eu choro co'a despedida
E o meu coração sangrou.
II
Lágrimas rolam na face
Olhos voltam-se pro chão
Eu queria que ficasse
Vivendo a nossa paixão.
III
O campo ficou tão cinza
O sol desapareceu
O mar secou de tristeza
Quando a lua te perdeu.
IV
E os pássaros lamentam
tanta devastação
Nem cantar mais eles tentam
Vendo a minha solidão.
Luzia
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