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Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.

A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.

Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.



Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Just in Time




Na ciranda ao tema do poema "não há vagas"
De Edimo Ginot e Eliane Guaraldo
Disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=31875

domingo, 28 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Revisada e Ampliada





Cirandando na sátira poética de Herculano Alencar (Uma Sátira ao Livro da Vida) Disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=32497

Aderindo às crespas e cacheadas, a segunda estrofe, segundo e quarto versos, mudei, respectivamente para "A minha cabeleira aumentando", "A ponto de não ter mais pr'aumentar".

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Olhares (Luzia e Odir Milanez)


OLHARES
Luzia e Odir


Se meus olhos querem mais
Quando olham para os teus
Perdão, pois sou incapaz
d'esconder o sonho meu.
(LC)

Meus olhos querem somente,
dando vasa a meu desejo,
juntar os olhos da gente,
no tanto que alcance um beijo!
(OM)

Mas à luz de teu olhar
Sinto meu corpo tremer,
meu coração disparar...
(LC)

Mas teus olhos vem e vão
e não há como prever
se algum dia ficarão.
(LC)

Ficarão até te ver
morando em meu coração!
(OM)

sábado, 29 de outubro de 2011

Parte Exposta



Parte Exposta


Uma parte de mim levanta voo
Para a outra parte entrar no chão.
Ser alado, um canto entoo
Mas rastejante, eu sigo em vão.

Uma parte de mim arde em brasa
Enquanto a outra parte é só geleira.
Sou o fogo que queima e extravasa.
Sou água, condenso, ergo barreira.

Uma parte de mim sofre e se esconde
Para a outra parte reflorescer.
Raiz...  Semente... Depura e ascende.

Numa parte, a outra se completa,
Ao mesmo tempo, deixa de ser
Vazia... Plena... Plácida... Inquieta.

Luzia M. Cardoso

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Paranoia (Luzia M. Cardoso)




Imagem: Grafite dos muros da Região da Leopoldina, RJ

Foto, poema e edição: Luzia M. Cardoso

domingo, 11 de setembro de 2011

TEMPO




Tempo

 
Cheguei em casa, anoitecia...
Meu relógio marcava solidão.
Pisando pesados passos,
descompassava o coração.
E as batidas das horas sofridas,
lamentos agudos de meu ser,
revelavam pensamentos sombrios,
no breu dos cantos de meu querer.
Sou impaciente, confesso,
mas, como ficar sem ter você?
Essas horas não passam...
São minutos, milésimos de segundos
eternos...
E os ponteiros me levam
ao inferno. 


Luzia M. Cardoso
RJ, 16 de Junho de 2010



Interação com Damião Cavalcanti "A tua Impaciência e Odir Milanez "A Minha Impacinência" no site Poesia Pura"


sábado, 10 de setembro de 2011

Epicentro



Em tua cama, no teu quarto adentro
Sou teu incenso, nesse amor insano.
Sou tua chama, a vela do centro,
a que concentra o sacro e o profano.

Eu sou também a lua, quando encontro
no teu sorriso os raios que emano.
Sou tua chama, a vela do centro,
a que concentra o sacro e o profano.

Sou teu tempero, pimenta e coentro;
queijo e vinho no frio da Serra.
Aqui na Terra, sou teu epicentro,
teu equilíbrio quando a noite encerra.
Em tua cama, no teu quarto adentro.
Luzia M. Cardoso
30 de Junho de 2010


domingo, 21 de agosto de 2011

Olhos do Poeta (Luzia M. Cardoso) / Os Meus Olhos de Adeus (Odir Milanez)



OLHOS DO POETA
Luzia M. Cardoso


Os olhos do poeta são faróis
que iluminam todo o caminho.
De longe, veem os pássaros em seu ninho
e as linhas dos pequenos caracóis.
Nas nuvens... "Vejam! Fofos cachecóis!"
Esses olhos que olham para sentir
a cor do raio que além vai cair;
a folha ao vento que te acaricia;
a alvorada que grita "Bom dia!"...
Ah, esses olhos do poeta Odir...


Minha homenagem carinhosa ao Poeta Odir Milanez da Cunha
Luzia  M. Cardoso

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OS MEUS OLHOS DE ADEUS
Odir Milanez

Temente de qualquer cumplicidade
em verso cometendo despedidas,
as minhas mãos restaram recolhidas
em sinal de carência de vontade!

Porém meus olhos deram liberdade
às minhas mãos, das intenções pedidas.
E lhes notando de missões cumpridas,
assentiram acenos de amizade.

Houve o adeus. Após, as mãos unidas,
aos olhos meus, demais agradecidas,
negaram d'outras mãos afinidade.

Mas dos meus olhos lágrimas sentidas,
depois da deserção de duas vidas,
lagrimejaram prantos de saudade!

JPessoa/PB
23.08.2011
oklima



terça-feira, 19 de abril de 2011

Versos Tristes


I

É a hora da partida
O apito já tocou
Eu choro co'a despedida
E o meu coração sangrou.

II

Lágrimas rolam na face
Olhos voltam-se pro chão
Eu queria que ficasse
Vivendo a nossa paixão.

III

O campo ficou tão cinza
O sol desapareceu
O mar secou de tristeza
Quando a lua te perdeu.

IV

E os pássaros lamentam
tanta devastação
Nem cantar mais eles tentam
Vendo a minha solidão. 

Luzia


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