Poesias e ilustrações: Todos os direitos reservados. Página no Youtube http://www.youtube.com/user/luziamaga
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Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.
A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Do meu gosto
Do meu
gosto
Gosto
do poema que mexe e remexe,
vira
e revira
o
rosto, os nervos, o corpo, a mente
e
alma da gente.
Gosto
dos versos livres,
rimados,
amarrados,
medidos,
cuidados,
Largados
suados
no
meio da pista.
Gosto
da letra que grita, incita, agita
e
salta da folha sem pedir licença,
espalhando
os cacos e o lixo
que
deixamos escondidos nos cantos mundo.
Ah,
mas também gosto do verbo que brisa macio,
que
nutre os sonhos e desfaz o estio
que a
noite criou.
Eu
gosto de versos-aves
que
migram de um ponto a outro,
deixando,
em seus ninhos,
paletas
com cores,
para
que profissionais e amadores
pintem
e repintem a tela que sentem
e
levados, com ginga,
surfem
nas forças que geram a corrente.
Luzia
M. Cardoso
Poema, desenho e edição
RJ,
15 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Just in Time
Na ciranda ao tema do poema "não há vagas"
De Edimo Ginot e Eliane Guaraldo
Disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=31875
domingo, 4 de novembro de 2012
Hupokrisis
Hupokrisis (cirandando
com o poema de Herculano “Tributo ao
iluminismo" http://www.poesiapura.com/poesia/viewforum.php?f=39
sábado, 3 de novembro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Peças do Coração
Na ciranda com o poema "Coisas do Coração", do poeta paraibano Odir MIlanez da Cunha, disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=26686
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Revisada e Ampliada
Cirandando na sátira poética de Herculano Alencar (Uma Sátira ao Livro da Vida) Disponível em http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=32497
Aderindo às crespas e cacheadas, a segunda estrofe, segundo e quarto versos, mudei, respectivamente para "A minha cabeleira aumentando", "A ponto de não ter mais pr'aumentar".
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