Poesias e ilustrações: Todos os direitos reservados. Página no Youtube http://www.youtube.com/user/luziamaga
Obra Licenciada por Creative Commos
Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.
A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
É FATO
Ebook com alguns de meus poemas sociais está disponível em
http://www.freitasbastos.com/engajou-me-a-poesia.html
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O Desafio do Mestre Odir (com resposta do próprio)
O Desafio do Mestre Odir
Mestre Odir cabra arretado
E poeta de mão cheia
Ficou mal semana e meia
Com um baita resfriado
Um vírus mais que safado
Derrubou-o no sofá
Provocando um bafafá
Com a febre que aumentou
E a coriza que jorrou
lambuzando tudo lá
Água pro esquenta pé
Cachecol e cobertor
O sol a pleno vapor
Gritando por picolé
D’olho no acarajé
Parecia debochar
No convite a namorar
Mas o pobre enrolado
Que gemia um bocado
Mal podia respirar
E acabou a aspirina
Férias da empregada
A mulher foi pra Granada
A vizinha desatina
A amiga Angelina
Arranjou um namorado
Ciumento e sarado
Que não dava pra enfrentar
“Melhor não telefonar!”
Pensou, desesperançado
Mas a coisa piorou
Quando um grupo atarantado
Pra juntar algum trocado
Fibras ópticas roubou
Muitos cabos enrolou
O poeta, coitadinho
Sonhando com seu benzinho
Ligou o computador
Para ver se seu amor
Lhe mandava um beijinho
Clicou no navegador
E a Internet não pegou
Nenhuma onda rolou
Foram dias de horror
Sozinho, com muita dor
Já não via mais saída
Era forte a batida
O Mozzilla congelado
O Firefox parado
Deu a luta por vencida
E brigou co’a poesia
Disse não à inspiração
Só pensava em palavrão
Pois tossia noite e dia
E a tudo maldizia
Se sentindo abandonado
Foi ficando acabrunhado
Andando de lá pra cá
Achando a vida má
E o maior azarado
Não percebia o poeta
Que aquele resfriado
Que alterava seu estado
Era a fêmea Julieta
Que o rondava, inquieta,
Bela, forte e corada
Vinha sempre caprichada
Sonhando ser sua musa
Não aceitava recusa!
Pois estava apaixonada
Luzia M.Cardoso\ RJ
10\02\2012
Odir Milanez
A Luzia, que era Luna,
de mim soube da notícia.
Chamou, então, a polícia,
fez do coreto tribuna.
Do bafafá sendo aluna,
num estilo caprichado
disse à NET e ao delegado
que pelo roubo de fios
eu ficara a ver navios,
sem sinal, e resfriado!
De fato eu disse a Luzia
que, por causa da robótica,
o furto de fibra ótica
dá-se quase todo o dia.
Uma semana fazia
que, pela tosse tomado
e o provedor bloqueado,
vagando espaços vazios,
eu ficara a ver navios,
sem sinal, e resfriado!
Hoje o sistema está bem.
A tosse se escafedeu.
Agora, Luzia e eu,
bem nos sentimos também.
Dos versos sendo refém,
em versos mando um recado
para Luzia: Obrigado
por dizer, entre elogios,
que eu ficara a ver navios,
sem sinal, e resfriado!
JPessoa/PB
11.02.2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Dominação
Armando-a com balas e fuzis.
E se apossou até da alvorada.
Ergueu fronteiras e fez o país.
E inventou barreiras lá no mar;
Apropriou-se do espaço aéreo;
O subsolo pôs-se a explorar;
E tenta dominar o que é etéreo.
E a Terra a que o homem pertencia
Virou mercadoria em sua mão
e a vida ameaçada de extinção.
Segue inventando o cancro que o mata.
Obesidade mórbida o maltrata.
Homem escravizado à sua cria.
Luzia M. Cardoso
RJ, 28 de Janeiro de 2012
Acompanhando Herculano Alencar no poema "Propriedade Privada": http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=26032
Dominação
Acompanhando Herculano Alencar no poema "Propriedade Privada": http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=26032
Assinar:
Postagens (Atom)




