Poesias e ilustrações: Todos os direitos reservados. Página no Youtube http://www.youtube.com/user/luziamaga
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Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.
A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Cega para o Amor
Espelhei-me no espelho
ao fitar o meu amor
desenhando os seus traços
em fantasia e cor
Imitei, também, os gestos
para seus segredos decifrar
Observando o corpo
não ouvi sua alma falar
Enxergando as aparências
adoeceu o meu olhar
Sem mais vê-lo no espelho
fui buscá-lo pelo tato
mergulhando em minha dor
Hoje cega, vejo que é lindo
todo o seu interior
Por Luzia
(Pseudônimo no PP Adisa Danik Absirto)
(Publicado pelo CBJE Os Mais Belos Poemas de Amor, Edição 2011)
sábado, 2 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
O Rio e Eu
O rio e eu
Acolhida por um freixo
com a mente a flutuar
vi que a rocha sobre o rio
faz o seu curso mudar
Sem ter forças que o levem
novamente à nascente
deita ao leito a própria alma
reerguendo muita gente
Em seu seio, tantas vidas
e também escuro lodo
Espelhando a própria sorte
não se revela ao todo
Na ribeira, aplaca sedes
para o deleite das flores
Larga em quedas desencantos
transmutando as próprias dores
Mas o dia se escondeu
quando a lua em mim entrou
Já não sou mais como antes
nesse rio que passou.
Luzia M. Cardoso
Em Poesia Pura sob o pseudônimo de Adisa Danik Abisrto http://www.poesiapura.com/poesia/viewtopic.php?t=15901
sábado, 12 de março de 2011
VIDAS SEM VIDAS (Odir Milanez da Cunha)
VIDAS SEM VIDA
Odir, de passagem
A provação o pélago percorre.
O mar vomita vastos vitupérios.
A vida em vagas violentas morre.
O oceano assume os cemitérios.
A natureza em nada lhes socorre.
Sobram corpos nos córregos cimérios.
Poça de sangue do soneto escorre,
há explosões espúrias de impropérios.
O vento é violento. É qual veneno.
Vasta vasos e veias, se não basta
ao próprio mar o poderio pleno.
Vultos sem vida. Quanta vida gasta!
O solo que sobrou se fez pequeno,
demais pequeno para vida vasta...
JPessoa, 11.03.2011
(Referência à catástrofe no Japão)
terça-feira, 8 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
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