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Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.
A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Parte Exposta
Parte
Exposta
Uma
parte de mim levanta voo
Para
a outra parte entrar no chão.
Ser
alado, um canto entoo
Mas rastejante,
eu sigo em vão.
Uma
parte de mim arde em brasa
Enquanto
a outra parte é só geleira.
Sou
o fogo que queima e extravasa.
Sou
água, condenso, ergo barreira.
Uma
parte de mim sofre e se esconde
Para
a outra parte reflorescer.
Raiz...
Semente... Depura e ascende.
Numa
parte, a outra se completa,
Ao mesmo
tempo, deixa de ser
Vazia...
Plena... Plácida... Inquieta.
Luzia
M. Cardoso
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Maria sem Sobrenome
Poema publicado na Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos nº 85. RJ, CBJE, 2011.
Livro eletrônico página 61
Maria sem sobrenome
Maria sem sobrenome,
no rosto afloram as dores,
no corpo, espinho das flores.
Maria sem sobrenome.
De dia, murcham as cores
à noite, brotam pavores.
Maria sem sobrenome,
no rosto afloram as dores.
Luzia M. Cardoso
Livro eletrônico página 61
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Quando
Apesar de o poema "Quando" ter sido elaborado em duas estrofes de oito sílabas, e em forma de dueto, Pelo poeta Luiz Eduardo (primeira estrofe) e eu, (segunda e última estrofe), considerando o pedido do poeta de não ter os seus poemas publicados, por ora, o vídeo foi retirado do ar, bem como a estrofe elaborada pelo referido poeta também retirada. Deixo, no entanto, a estrofe elaborada por mim.
Quando
Em pontos coloridos da janela
desenhas, em meus olhos, como tela,
desejos num cenário que seduz
Suspiro, mínguo, como toda Lua,
no breu que sempre invade sua aura.
Temente que, se forte o Sol, reflua
Oculta-se e crê ficar segura.
(Luzia M. Cardoso)
sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
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