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Aqui trataremos de tudo aquilo que nos emociona.
A vida, em todas as suas formas e manifestações, nos leva a fortes emoções.
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
http://twitter.com/#!/luzia48
Direitos autorais registrados na FBN
Espero poder traduzir, em versos e rimas, as expressões da vida com as quais eu tiver contato.
Luzia M.Cardoso
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
O Peso da Cruz (Odir Milanez)
O PESO DA CRUZ
- Odir, de passagem -
Talvez a Vós até pareça leve
mas é pesada, ó Pai, a minha cruz!
“- Quem desse peso a reclamar se atreve,
após o peso imposto pra Jesus?”
Sou um pobre poeta que Te escreve
em meio à escuridão, temendo a luz!
“- Mas o poeta, por prazer, não deve
ser sensível ao sonho que o seduz?”
“ – O poeta não busca o sofrimento,
não procura da vida o adverso
para fazer do verso o seu lamento?”
Mas o amor, meu Pai, foi-me perverso!
Roubou-me a paz, a alma, o pensamento
e nunca mais pude escrever um verso!
JPessoa, 24.12.2010
Censura (José-Augusto de Carvalho)
Censura
- José-Augusto de Carvalho -
Meu Pai, por caridade, olhai e vêde:
está por mitigar a minha sede!
De corpo e de alma sou o que quisestes.
Na vossa decisão não fui ouvido.
Esta ânsia de cumprir-me são as vestes
que me vestistes quando fui parido.
O livre arbítrio foi uma ironia.
No barro que moldastes me definho,
cativo na masmorra escura e fria
que me determinastes por caminho.
Quisestes-me perdido até ao fim.
Negastes-me a aurora prometida.
E nada sei de mim nem por que vim...
Que desvario esmaga a minha vida?
(In, Carvalho, José-Augusto. Da Humana Condição.
Portugal, São Mamede de Infesta: Edium Editores, 2008. P 37)
- José-Augusto de Carvalho -
Meu Pai, por caridade, olhai e vêde:
está por mitigar a minha sede!
De corpo e de alma sou o que quisestes.
Na vossa decisão não fui ouvido.
Esta ânsia de cumprir-me são as vestes
que me vestistes quando fui parido.
O livre arbítrio foi uma ironia.
No barro que moldastes me definho,
cativo na masmorra escura e fria
que me determinastes por caminho.
Quisestes-me perdido até ao fim.
Negastes-me a aurora prometida.
E nada sei de mim nem por que vim...
Que desvario esmaga a minha vida?
(In, Carvalho, José-Augusto. Da Humana Condição.
Portugal, São Mamede de Infesta: Edium Editores, 2008. P 37)
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
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